Category: Dicas para escrever melhor (page 1 of 2)

Todo escritor é antes um observador do mundo. E é sobre isso que esse vídeo do TED-ED fala. Quais são as características anti-sociais que podem ajudar a criar melhores personagens e diálogos? Como utilizá-las no texto? Você provavelmente já esteve em uma conversa de amigos e sentiu vontade de anotar algumas das pérolas que eles soltam. Agora você vai saber porque você deve fazer isso e como colocar tudo no papel.

“Comece a escrever. Eu não quero que isso soe a falta de consideração, mas COMECE A ESCREVER. NÃO EXISTE essa de ‘muito tarde’ nas artes. Acredite. COMECE.”

– PATTON OSWALT

“Escreva todos os dias, linha por linha, página por página, hora por hora. Faça isso apesar do medo. Porque, mais que qualquer outra coisa além de imaginação e habilidade, o que as palavras pedem de você é coragem, coragem para arriscar a rejeição, ridicularização e fracasso. Enquanto você segue a missão de histórias contadas com significado e beleza, estude atentamente, mas escreva com coragem. Então, como o herói da fábula, sua dança vai deslumbrar o mundo.”

– ROBERT McKEE

“Eu amo as primeiras frases porque elas são cheias de promessas. Eu gosto de pensar nelas como um aperto de mãos introdutório feito de palavras, não dá para ser muito frouxo, muito forte, muito ansioso nem suado”

– UNA LAMARCHE

“Se você tem uma boa ideia, coloque-a para fora. Para cada ideia que eu concretizei, eu tenho dez outras que guardei por uma década até que outra pessoa foi lá e fez primeiro. Escreva. Dispare. Publique. Costure, cozinhe, o que seja. FAÇA.”

– JOSS WHEDON

“Não se sinta desencorajado porque há um monte de trabalho mecânico na escrita. Há, e você não pode fugir disso. Eu reescrevi ‘Adeus às Armas’ pelo menos cinquenta vezes. Você precisa trabalhar o texto até o final. O primeiro rascunho é sempre uma merda”.

– ERNEST HEMINGWAY

A Caixa de ferramentas do escritor de Stephen King

Escrever é um ofício quase artesanal. E, para encadenar palavras uma atrás da outra e dar-las forma e significado é preciso não apenas prática e um pouquinho de talento, mas também algumas ferramentas essenciais do escritor. É isso que afirma Stephen King em seu manual disfarçado de auto-biografia (ou seria o contrário?) Sobre a Escrita.

Cada escritor possui uma caixa de ferramentas únicas e baseadas em suas experiências pessoais. Por isso é impossível que dois autores escrevam exatamente a mesma história. Se as suas ferramentas estão enferrujadas, sempre é possível polí-las e deixá-las prontas para o uso outras vez. Carregue-as consigo em cada trabalho. A caixa de ferramentas do escritor possui dois níveis. No primeiro, vão as palavras e a gramática, a matéria prima do oficio ou, como ele mesmo chama, os pregos e as porcas. No segundo nível, entram os elementos de estilo que ajudam a polir e decorar o trabalho.

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As dicas de Stephen King em Sobre a Escrita

“Esse livro é curto porque a maioria das obras sobre a escrita está cheia de baboseiras.”

– Stephen King

 

Assim começa o segundo prefácio de Sobre a Escrita, uma espécie de manual autobiográfico que percorre a trajetória do autor na arte de juntar palavras, o que ele sabe sobre o ofício e como se faz para sentar a bunda na cadeira todos os dias e sair com um livro pronto em três meses. Ele já acalentava a ideia de escrever um livro com suas técnicas de escrita por mais de um ano quando, sem querer, uma amiga lhe deu o empurrão que faltava. “Ninguém nunca me perguntou sobre a linguagem”, disse ela, quando questionada sobre o tipo de dúvida que nunca aparecia em palestras com escritores.Antes que essa luzinha se acendesse em sua mente, King não estava seguro se teria algo útil, interessante ou diferente para dizer.

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“Eu tenho tentado entender o que é escrever bem. Eu reconheço uma boa escrita quando eu leio o trabalho das outras pessoas ou o meu próprio. O mais próximo que eu cheguei foi que existe um ritmo para escrever, nas frases e nos parágrafos. Quando o ritmo não está bom, é difícil ler o texto. É bem parecido com a música nesse sentido; existe um ritmo interno que faz o trabalho da leitura por você. É quase como se o texto se lesse sozinho. E isso é difícil de ensinar às pessoas. Se você não escuta música, você nunca vai escutar isso. O ritmo interno da frase ou do parágrafo, esse é o DNA da escrita. Isso é o que uma boa escrita é.”

– SEBASTAIN JUNGER

Aqui está um truque simples para fazer mais gente ler o que você escreve: escreva em linguagem falada. Alguma coisa acontece com a maioria das pessoas quando elas começam a escrever. Elas escrevem de uma forma diferente da que elas usam quando estão falando com um amigo. A estrutura da frase e até mesmo as palavras são diferentes. Ninguém usa “pen” como um verbo no inglês falado. Você se sentiria idiota se falasse “pen” em vez de “write” em uma conversa com um amigo.

PAUL GRAHAM

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